CONNIFF – Pizarro Bizarro
Saludos!É um prazer quase sexual estar de volta ao convívio neste venerável blog. Em minha ausência, estive no Estado de Santa Catarina, na companhia de meu dileto primo, o Profeta, de familiares e de minha amável respectiva. Foram tempos auspiciosos :).
Devo admitir, inicialmente, que estive assistindo ao Big Brother. Adicionei todas as moças da casa à minha lista. Elas não possuem opiniões solidamente formadas sobre qualquer assunto, pelo que pude perceber, mas quem não entra em contradição de tempos em tempos.
Pouco tenho a comentar, entretanto, sobre tal programa. Agora, uma coisa é verdade: quem começa a ver, continua vendo, salvo se parar de ver. :).
Gostaria de referir, por oportuno, que tive a oportunidade de jogar tênis no estádio da Copa Davis. A atuação foi pífia, como sempre, mas já é alguma coisa.
É de bom alvitre, também, tecer minhas escusas pelo atraso no post. Passei dez dias longe de um computador.
As leituras foram em pequeno número, embora Raízes do Brasil tenha correspondido às minhas expectativas.
Ficaram pendentes, finalmente, os planejamentos anuais, já que eu funciono mais ou menos como uma União Soviética dos tempos áureos, com Plano Plurianual e tudo mais. Serão feitos nesta última semana de férias.
Como eu não tenho nenhum assunto para propor, pegarei ganchos dos textos que me antecederam:
1. Pensando melhor, eu não vejo problema em reajustar o preço do gás comprado da Bolívia, que, diga-se de passagem, custa menos que mijo enlatado. O problema, ao meu ver, é que não se trata de uma negociação, mas sim uma benevolência cretina, onde dez pessoas fizeram estudos para saber o preço mais ou menos ideal, daí um idiota brasileiro nomeado por qualquer partido político no melhor estilo “me leva que eu vou” (ou, melhor dizendo, “me paga que eu estou”) simplesmente decidiu ignorar os estudos técnicos e pensar, ‘ah, vamos fazer uma boa ação’. Informado, nosso Excelentíssimo Presidente (ou, em um trocadilho infame, Esse Lentíssimo Presidente) falou algo do tipo “façam o que acharem melhor” ou, pior, vamos tratar com carinho a Bolívia. Vamos e venhamos, Sr. Presidente, este troço de tratar países com carinho acaba-os transformando em crianças choronas e mimadas, de forma que nunca resolvem seus problemas, ficando culpando os outros e o Bush eternamente pelos infortúnios oriundos da péssima gestão da coisavpública. Pior para os bolivianos.
2. Na esburacada BR-101, entre uma ultrapassagem e outra, pensei sobre a Conquista da América, onde povos como os Incas, Maias, Astecas e similares foram dizimados em tempo recorde. Antigamente, tinha sinceras dúvidas se a coisa tinha que ter sido assim ou assado e etc., mas, sou forçado a reconhecer, com toda a crueldade envolvida no processo, de certa forma, nossa sociedade atual precisou de um Pizarro (ou Cortés) para alcançar o grau de “progresso” que hoje temos. Aliás, todo o raciocínio depende da concepção de “progresso” que adotamos, que pode ser bem diferente de pessoa para pessoa –vide, por exemplo, eu e o Daniel. Pensando melhor, as dúvidas permanecem.
Enfim. Isso é uma constatação vazia que pretendo elaborar em um texto futuro.
Finalizo, portanto, com uma pequena referência ao evento que o Diógenes tratou como maligno, mas, aos olhos de todos nós, é um grande dia. Parabéns, Daniel. Como digo e repito sempre, são pessoas como o amigo que fazem o mundo valer a pena. Felicidades!
Abraços aos amigos.
Um pensamento edificante de um escrito russo, cujo nome não me recordo: Once there was a redheaded man without eyes and without ears. He had no hair either, so that he was a redhead was just something they said.
He could not speak, for he had no mouth. He had no nose either.
He didn't even have arms or legs. He had no stomach either, and he had no back, and he had no spine, and no intestines of any kind. He didn't have anything at all. So it is hard to understand whom we are really talking about.
So it is probably best not to talk about him any more.
Gostaria de referir, por oportuno, que tive a oportunidade de jogar tênis no estádio da Copa Davis. A atuação foi pífia, como sempre, mas já é alguma coisa.
É de bom alvitre, também, tecer minhas escusas pelo atraso no post. Passei dez dias longe de um computador.
As leituras foram em pequeno número, embora Raízes do Brasil tenha correspondido às minhas expectativas.
Ficaram pendentes, finalmente, os planejamentos anuais, já que eu funciono mais ou menos como uma União Soviética dos tempos áureos, com Plano Plurianual e tudo mais. Serão feitos nesta última semana de férias.
Como eu não tenho nenhum assunto para propor, pegarei ganchos dos textos que me antecederam:
1. Pensando melhor, eu não vejo problema em reajustar o preço do gás comprado da Bolívia, que, diga-se de passagem, custa menos que mijo enlatado. O problema, ao meu ver, é que não se trata de uma negociação, mas sim uma benevolência cretina, onde dez pessoas fizeram estudos para saber o preço mais ou menos ideal, daí um idiota brasileiro nomeado por qualquer partido político no melhor estilo “me leva que eu vou” (ou, melhor dizendo, “me paga que eu estou”) simplesmente decidiu ignorar os estudos técnicos e pensar, ‘ah, vamos fazer uma boa ação’. Informado, nosso Excelentíssimo Presidente (ou, em um trocadilho infame, Esse Lentíssimo Presidente) falou algo do tipo “façam o que acharem melhor” ou, pior, vamos tratar com carinho a Bolívia. Vamos e venhamos, Sr. Presidente, este troço de tratar países com carinho acaba-os transformando em crianças choronas e mimadas, de forma que nunca resolvem seus problemas, ficando culpando os outros e o Bush eternamente pelos infortúnios oriundos da péssima gestão da coisavpública. Pior para os bolivianos.
2. Na esburacada BR-101, entre uma ultrapassagem e outra, pensei sobre a Conquista da América, onde povos como os Incas, Maias, Astecas e similares foram dizimados em tempo recorde. Antigamente, tinha sinceras dúvidas se a coisa tinha que ter sido assim ou assado e etc., mas, sou forçado a reconhecer, com toda a crueldade envolvida no processo, de certa forma, nossa sociedade atual precisou de um Pizarro (ou Cortés) para alcançar o grau de “progresso” que hoje temos. Aliás, todo o raciocínio depende da concepção de “progresso” que adotamos, que pode ser bem diferente de pessoa para pessoa –vide, por exemplo, eu e o Daniel. Pensando melhor, as dúvidas permanecem.
Enfim. Isso é uma constatação vazia que pretendo elaborar em um texto futuro.
Finalizo, portanto, com uma pequena referência ao evento que o Diógenes tratou como maligno, mas, aos olhos de todos nós, é um grande dia. Parabéns, Daniel. Como digo e repito sempre, são pessoas como o amigo que fazem o mundo valer a pena. Felicidades!
Abraços aos amigos.
Um pensamento edificante de um escrito russo, cujo nome não me recordo: Once there was a redheaded man without eyes and without ears. He had no hair either, so that he was a redhead was just something they said.
He could not speak, for he had no mouth. He had no nose either.
He didn't even have arms or legs. He had no stomach either, and he had no back, and he had no spine, and no intestines of any kind. He didn't have anything at all. So it is hard to understand whom we are really talking about.
So it is probably best not to talk about him any more.

3 Comments:
At 12:48 PM, março 01, 2007,
Anônimo said…
O texto é ruim, eu sei, mas seria legal alguns comentários. :)
E o texto "A ignorância do Povo Brasileiro"?
Abraços.
At 9:28 PM, março 04, 2007,
Anônimo said…
Cara, o que dizer!!!
Estamos ae!!! Aguardando o nosso grande amigo cap. Boing.
O pensameto do escritor Russo, cujo o nome tu não te lembra e eu não faço idéia, é um tanto bizarro. Pelo menos para mim!!!
Grande abraço!
At 10:18 PM, março 20, 2007,
Camoz said…
Perdão pela demora em tecer um comentário, porém devo admitir que cheguei a esquecer o endereço de nosso amado blog.
Quanto ao Big Brother: um dia desses eu também fiquei olhando. Tratava-se de uma prova onde dois idiotas ficavam presos numa jaula até um passar mal e começar a ter convulsões. Assisti ininterruptamente durante uma hora. Nada era dito. Eles nem ao menos se olhavam. Entretenimento, devo dizer, de primeira qualidade. Cheguei até a ir jantar diante da TV.
Sobre o assunto número 1: confesso que tive dificuldade para sentir vontade de tecer algum comentário. Trata-se de um assunto extremamente complexo, que abrange o céu a terra e tudo o que está no meio. É aquele lance todo de borboletas batendo asas e criando furacões. Nesse contexto, os governantes são os caras que criam borboletas em cativeiro para maximizar a merda feita. Enfim, minha opinião: os governantes brasileiros são uns filhos da puta, os governantes bolivianos são uns filhos da puta e vão todos tomar no cú. Digo e repito: substituo todos por um controlador PID e provavelmente o controle será mais inteligente.
Sobre o assunto número 2: benzadeus, as estradas são esburacadas. Travamos o 'progresso' com nossa ineficiência.
Grande abraço.
Postar um comentário
<< Home