Opiniões Proféticas

sexta-feira, junho 27, 2008

Boing - A volta

Mazahhhhhhh...

Sim...

Estou de volta.

Bem, na verdade eu nunca sumi, estive é um pouco ocupado e sem paciência para internet devido à coisa como “parar de fumar”. Enfim, bobajadas ou não... O que importa é que estou aqui novamente. Saudades dos amigos. Li os textos mais recentes (do “Ray Vive! Não o Charles, por óbvio!” Até o mais recente... Todos foram comentados), aí já deu pra ter uma idéia de como está a vida dos amigos. Na verdade eu preciso é ir aí para tomarmos aquele trago e colocarmos o papo em dia.

“Colocar o papo em dia” ficou um bocado gay... Vou melhorar com algo como “conversar pra caralho”. O “u” não funciona neste teclado, portanto é uma arte colocar “Ctrl V” toda hora que for preciso usar o “u”. Tá... Mas e daí, não é? É porque eu já estou explicando se por acaso algum “u” não sair. Não é q eu fiquei burro de uma hora pra outra, é simplesmente um teclado defeituoso.

Enfim...

Chega disso!!!

Neste momento a porra do Vinny (é assim) está dando entrevista no Jô. Tiraram o cara sei lá eu de onde. Mas me parece que agora ele toca só coisas acústicas e versões acústicas de seus “grandes sucessos”. E depois me perguntam porque o país não vai pra frente e porque eu fumo.

Por falar nisso...

Faz um bocado de tempo que parei de fumar. Um saco, meu conselho para quem quiser parar de fumar, é um só:

“Nunca comece”.

É um saco, espero não voltar a fumar, mas tá difícil. Enfim, fora isso andei fazendo curso de alemão (um idioma do caralho), concurso publico - impossível colocar acento no “u” - (não passei por um ponto) e depois fiquei procurando outras coisas para fazer de “produtivo” (trabalho) e coisas do tipo.

Na verdade quero dizer que eu estou muito bem e com saudades dos amigos e escrever neste blog. Em breve tudo volta ao normal. Em julho irei novamente para o Rio de Janeiro e em agosto voltarei a escrever por aqui com muito mais freqüência (vamos usar as tremas enquanto é tempo).

E os comentaristas do centro do país, hein?

Que bando de caras irritantes.

Mas isso fica pra outro dia...

Porque agora me deu vontade de fumar e se eu continuar escrevendo com essa vontade...

Só vou escrever merda.

Aliás, qualquer porcaria escrita aqui neste texto... Não é culpa minha, estou escrevendo com o Vinny dando entrevista na minha orelha e olha...

Isso é dose.

Aliás...

Vontade de fumar e o Vinny tentando ser engraçado...

É quase uma tortura chinesa.

quarta-feira, junho 25, 2008

Duas fotos, dois temas - Ray



Saludos.

Seguimos, como sempre acontece. Mantenho, por oportuno, a linha esculhambada, sem qualquer reflexão minimamente profunda.

Em suma, continuem sem me levar a sério.

São dois os fatos da semana e, por tal razão, são duas as fotos:

A uma, tivemos a troca do meu celular. Praticamente um sinal de uma trombeta do Apocalipse. Eu, servidor de Carreira de Estado indispensável à consecução dos fins constitucionais (isso é questionável, mas, sobre a ordem vigente, é assim que a coisa se assenta), tinha um celular deplorável, pior que o dos serventes do Tribunal. Nada contra os serventes, mas meu celular, sobre qualquer ângulo de comparação, era uma vergonha.

A foto dele, como vocês podem ver, demonstra que ele não mais tinha marca. Descascou. Demonstra, também, que meus dedos possuem substância corrosiva que, além de enferrujar as cordas da minha guitarra, também desgastam os botões do celular. Veja-se, também, que o número "0" é o mais gasto, pois era usado para bloqueio e desbloqueio das teclas. O número "6" também está gasto, pois era o número da discagem rápida para a Juliana, ocorrendo o mesmo com os números "3" e "8", respectivamente, minha mãe e o Sr. Nasrudin.

Enfim, fica aqui a homenagem. Foi-se um bom celular que, por longos quatro anos, desempenhou seu papel com galhardia. Agora continuo defasado tecnologicamente -graças à minha operadora que reajustou a tabela de pontos para troca de celular e me impediu de obter um modelo bom-, mas meu W375 me coloca finalmente na época dos toques polifônicos, huahuahuahuhuaahu.

O segundo fato concerne à volta do Dedé. Volta um escambau, ele já fazia o "Comando Maluco", programa fantástico que dava traço de audiência. O Didi, com 500 roteiristas, não fazia um programa tão criativo quanto o velho Dedé.

Ok, ok, eu estou exagerando, o programa era uma draga. Mas lembrem-se, o texto é um escárnio mesmo.

Agora, após a morte do Beto Carreiro (90 anos) e o sumiço do valoroso Faísca, ele volta ao Didi. Por quê, pergunto eu? Dedé é um excelente levantador, ou seja, o cara que faz o papel de paspalho sofrendo a empulhada dada pelo malandro, no caso, sempre o Didi Mocó. Não se sujeite a isso, valoroso Dedé Santana. Olhem a foto, no primeiro programa ele já levou um ippon por Harai-tsurikomi-ashi do Didi. Daqui a pouco vai ser o Jacaré, marquem minhas palavras.

Aliás, o Dedé perdeu peso. Antes, no Comando Maluco, ele era uma pipa.

Vou-me. Abraços aos amigos, é uma satisfação, como sempre.

segunda-feira, junho 23, 2008

Diógenes de Sínope - George Carlin

George Carlin (May 12, 1937 - June 22, 2008)








Já era. Esse cara era engraçado.

segunda-feira, junho 16, 2008

CONNIFF - Primeiro a foto, depois o resto


¡Hola!¿Qué Tal?

Seguimos nosotros (agora sem o portunhol cretino do post anterior) em busca do Cálice Sagrado.

Obviamente, o texto é mais uma tentativa de manter o blog ativo do que fruto de uma inspiração relativa a um tema de somenos importância. Por tal razão, comecei o texto pela foto, ou seja, a gostosa que eu havia fotografado no Rio e não sabia o nome, agora eu sei. Só que esqueci de novo.

Pois então, algumas coisas aconteceram nesta semana. Preciso dizer que levei uma sova do velho Nasrudin no pôquer, sua sapiência do Oriente Médio me ferrou bonito. Falando em "ferrar-se", o Dunga está a caminho, jogando retrancado no país do "Joga Bonito". Em breve o técnico vai ser Luxemburgo e, daí sim, não terei impedimento algum e passarei a torcer pela Venezuela :). Volta Felipão!

Indiana Jones sobrevive a uma explosão nuclear dentro de uma geladeira de chumbo. Que momento.

Outros assuntos? Ah, não tenho nada de novo não. Mestre Jamelão bateu as botas, o que significa que ele não é o Highlander e, bom, a conclusão óbvia é que todos nós vamos ir um dia. Menos eu, claro.

Como não tenho assunto fixo, quero mencionar uma história que li hoje no site da Time (é, Malandro, frescura pouca é bobagem) sobre um piloto chileno que salvou todo o pessoal em uma aterrissagem de emergência em Puerto Montt, cidade esta que pretendo visitar em breve. O cara, para resumir a história, foi um verdadeiro herói, fez uma aterrissagem de emergência dificílima, ensinou o pessoal a sobreviver nos Andes e, bem, morreu de forma heróica. Dizem os sobreviventes, todos os ocupantes do avião menos o piloto heróico, que suas últimas palavras antes da morte foram "fechem minha boca". Apesar da vida heróica, eu acho que conseguiria pensar em uma frase melhor. "Dá-lhe Grêmio" ou "enterrem meu coração na curva do rio", por exemplo.

Enfim, as coisas são decididas nos detalhes. Que o diga o padre que não sabia ligar o GPS. Eu simpatizo com ele, sabe. Simpatizo também com o Padre Quevedo, outro sacerdote notável

Então tá. Diógenes está nas últimas da dissertação dele, este cara é um orgulho, ao contrário do amigo aqui, ele foi lá e já está acabando o mestrado! Boa sorte aí. O mesmo se aplica ao grande Nasrudin, já estou comprando a gravata laranja, o charuto e o lenço.


Ah, o meu primo vai ter de escrever aqui em breve, caso contrário eu vou publicar fotos dele de 1986 em que eu estou apertando o nariz dele. Lembrando que, na época, o Zaffari utilizava sacolas de papelão.

Arrivederci!

quinta-feira, junho 12, 2008

Conclusão



INTRODUÇÃO

Este post tem por fim firmar minha participação neste tão pouco movimentado blog, onde apenas 3 dos 4 miseráveis escritores se pronunciam ultimamente.

DESENVOLVIMENTO

Tendo em vista que falta um pouco mais de uma semana para entrega final de meu TCC, resolvi escrever em formato ABNT... Ou quase!!! Hehehehehe...
De fato, agora estou com uma puta dor de estomago... (Creio que o uso da palavra “puta” não seja o mais indicado, tendo em vista que o texto e tão pouco meu trabalho trata-se de profissionais do sexo...). Sim, estou nervoso... Nervoso com o fato de que a partir do dia 23/06 minha sorte estará lançada... E ainda terei de esperar até o dia 15/07, talvez antes, para receber o resultado final... Será uma doce espera... Na verdade será uma espera do caralho, tendo em vista que no meio desse tempo, terei que dar andamento nos preparativos da colação de grau e festa...
Sempre fui contrário as pessoas programarem coisas em cima de outras coisas que ainda não estão certas... Ou seja, imaginem vocês eu preparar tudo e descobrir no meio do caminho que deu merda... Deve ser como levar uma gostosa para o motel, daqueles muito afude, que tem banheiro envidraçado e tudo, sacam? E quando já estão naquele rala e rola e te dá aquela diarréia fudida... Deve ser essa a sensação de estar preparando tudo e descobrir que não foi aprovado... Ou pelo menos alguma coisa parecida...

CONCLUSÃO

Não tem conclusão... A única conclusão é a de que vou me formar... Se der merda agora... (não poder dar... mas se der) semestre que vem vou ter que fazer de novo... Mas vai dar tudo certo... Acredito muito nisso... A parte mais difícil tem sido eu controlar minhas emoções... Que bichisse isso... Nem me falem... Mas a coisa está foda... Cada vez mais... Mas vai aliviar... Tem que aliviar... Por isso que as pessoas comemoram tanto quando tudo acaba... Deve dar um puta alivio... Usaria o exemplo da dor de barriga, mas já foi utilizado neste texto... Por tanto, encerro apenas minha pífia participação...
Grande abraço a todos...


sexta-feira, junho 06, 2008

Conniff e o Rio 40 Graus


Vocês já viram como se grava uma novela na Globo? Podem olhar, tio Conniff foi repórter avançado em pleno Cristo Redentor e cobriu a cena em que a gostosa da foto (sei eu o nome dela) está sendo proposta em casamento pelo Marcelo Faria. Mas que bichona, meu amigo, como é que eu sei o nome do cara e não sei da moça?
Pior. Tinha uma peça que este cidadão fica pelado e a minha respectiva pensou em ir. Ver pingola não, tou fora.
Tsc, tsc. Lamentáaaaaavel. Assim como as outras peças, uma do Eri Johnson (cruzes!), outra Noviça Rebelde com o Herson Capri. Meu primo, acho que o Herson Capri era a noviça saltitante!
Falando em lamentável, hoje deu uma confusão aqui no Rio Grande. O Vice-Governador fanfarrão gravou uma conversa em que o Chefe da Casa Civil disse, em linhas gerais: "pois então, estamos loteando o Estado, e a galera está roubando "as ganha", dá uma força aí". Talvez não exatamente nestes termos, mas, enfim, interpretem como desejarem. O Diógenes tinha razão desde o começo. Pior que é assim em todo o lugar, não temos muita perspectiva de melhora, a opção seria a Luciana Genro e cia ltda.. Contudo, acreditem, é muito "menos pior" termos os ladrões do que os tarados.
Bando de badernistas. Não vou mais falar disso. Vote no Obama, ele pelo menos tem lábia!
O Rio? Grande Rio! 10! Unidos do Viradouro... 9,5! Sei o nome de quase todas as favelas de lá. Passei ao lado da Favela da Maré (lembram, Paralamas do Sucesso?) na Linha Vermelha, meu hotel dava para a Pavão-Pavãozinho, fiz tour na do Tropa de Elite. Vocês não querem comentários socialmente responsáveis sobre os contrastes sociais da cidade, né? Eu fui para lá para comer o bolinho de bacalhau, meus amigos! O bacalhau! :).
Gostei muito do Rio, resumindo a coisa toda. Fiquei na Av. Nossa Sra. de Copacabana, aquela que era a mais vagabunda no Banco Imobiliário (vale R$ 60,00), mas é uma bela rua no bairro de Copacabana. Os bairros lá têm nomes muito bons, Andaraí, Flamengo, Botafogo, Laranjeiras (O bairro que satisfeito sorri quando eu aperto o elevador). Enfim, a visão lá de cima é muito bonita.
Sobre o carioca, nosso amigo Boing tem uma em casa, então não irei falar mal deles. Na verdade, eles são o povo que melhor encarnam a "brasilidade" a meu ver, são informais, astutos, alegres e, até certo ponto, um pouco indolentes, no sentido de negligentes. Parecem, contudo, aproveitar melhor a vida em uma terra interessante, em que bundas passeiam pela Av. Atlântica. Discutem sobre tudo na rua com uma informalidade tocante.
Entretanto, que bichice aquilo de futevôlei, os caras de sunga jogando aquilo. Tomem tenência, para repetir uma expressão que eu uso pela terceira vez aqui.
Belo lugar, bela viagem. Eu gosto de viagens. Fugir da rotina é sempre uma beleza. Saludos!
Ponto final.
OBS: já que voltamos com tudo, vou ver se mantenho a média de postagens em uma por semana. Vou mandar e-mail assim que postar! Aliás, quebrei de vez a ordem porque assim, à Bangu é melhor, escreve quando quer, como quer e und so weiter.
OBS2: um urubu cagou na minha cabeça no Sugar Loaf, ahuahuahuahuauhauh. Pior, em pleno calçadão de Ipanema, calçando meu chinelo do Grêmio, fui convidado a participar do programa da Luciana Gimenez na Rede TV para entrevistar a Narcisa Tamborindeguy, aquela socialite. Minha resposta: não, obrigado. Pior que eles já tinham a pergunta pronta, uhahuauhauhuhaa. Mundo bizonho.