CONNIFF - Gato na China

Ciao.
Tenho que dar o chute no gato. Vontade de mandar o gato para a China depois do jogo de hoje. O Grêmio empatou com o Atlético/PR. Tudo no Grêmio tem que ser difícil. Impressionante. Ainda vou ter um ataque cardíaco por causa deste time.
Não vou nem comentar a cobertura da “mídia” do centro do país, nisso aí nada de novo. No jogo do Cruzeiro com o Palmeiras, o Bolacha fez a melhor de todas, largou um “está ficando difícil segurar!” no meio do jogo. Eu mereço.
Enfim, vamos lá jogar com o co-irmão, bola no Morales e segue o baile. Será o novo Grenal do Século, este vai valer muita coisa.
Ainda acho que chegaremos dois pontos atrás do Palmeiras no jogo do Palestra (ou Pocilga, segundo o Fábio Koff) e ganharemos deles lá.
Mas chega de futebol, que eu não consigo ser racional no tópico.
Vamos falar de eleições, então.
Eleições para prefeito não servem para nada. Na verdade, o único efeito bom é que o atual incumbente corre e faz um monte de obras no último ano, justamente o das eleições, sendo que ele as deveria ter feito nos anos pretéritos. Por tal razão, acho que as eleições deveriam ser anuais, para que os caras se puxem. Podem até ser por sorteio, porque, honestamente, não é fácil diferenciar os candidatos. Todos eles têm umas musiquinhas bacanas (curiosamente, a que eu mais gosto é a do Onyx e do Mano Changes, huahuauhuhauhahua) e têm o mesmo discurso. Igual mesmo, no duro. É tudo “mudança” para lá, “continuar mudando” (???), “Porto Alegre vai crescer”, “Porto Alegre merece mais”, enfim, a arte de falar um monte de coisa e não dizer nada.
Vereador, então, eu desconheço um projeto de lei aprovado na última legislatura que tenha sido útil. Talvez, claro, seja apenas ignorância minha, mas só vejo aprovação de “nome de rua” para cá, homenagem ao vetusto “Zé Piriri”, brigas, sessões solenes. Certo estava o Diógenes, peço vênia por ter discordado dele no passado.
Enfim, como eu realmente gosto de eleições, acompanho como dá a eleição americana. Não como a última, por causa do estudo, mas se pode chegar a algumas conclusões interessantes. Vi os discursos nas convenções e lá, ao menos, dá para distinguir bem claramente entre as visões de um e de outro no tocante às políticas públicas.
Outra coisa que me chamou a atenção foi ver a quantidade de “afro-americanos” na convenção Democrata, estando eles visivelmente emocionados por ver um negro concorrendo à presidência de seu país. Lamento muito que, no fundo, isso poderá ser justamente a causa da nova derrota democrata. Triste.
Segue o baile. Ooooo quero Onyx... Ooooo quero Mano... :).
Abraços a todos. Sigo ocupado, mas tudo certo!

