Opiniões Proféticas

segunda-feira, setembro 20, 2010

Diógenes - Solium Infernum (parte 2)

Olá, amigos.

No último post relatei o início da batalha contra os demônios Tsotha-Lanti e Thundersteel pelo trono do inferno no jogo Solium Infernum. Neste post, relatarei o que ocorreu entre o turno 2 e o turno 11.


Como contei no último post, alguém adquiriu no bazaar infernal o artefato "Infernal Engine" (visto acima), que confere um bônus considerável ao poder da legião que o utiliza. Um turno depois, minha suspeita foi confirmada: a legião de Thundersteel, que já era bastante poderosa, passou a ostentar o artefato.

Por sorte, meu oponentes passaram estes primeiros dez turnos marchando com suas legiões. Mover uma legião no mapa consome uma ação, e é muito difícil que meus oponentes tenham começado com mais do que dois "Order Slots" (cada Order Slot permite realizar uma ação). Ou seja, como eles ficaram ocupados marchando, não tiveram tempo para fazer muitas outras coisas. Imagino que tenham tentado acumular tributos.

O destino das legiões foi diferente do que eu esperava. Eis os trajetos:


Ou seja, Thundersteel marchou com a sua legião para a ilha ao noroeste, tomando o Lugar de Poder (LdP) cujo nome é "Citadel of Wrath" (no mapa, "1"). Depois, sua legião continuou marchando para o noroeste, tomando o LdP "The Face in the Sand" (no mapa, "2"), finalmente parando perigosamente perto da fortaleza e das terras de Tsotha-Lanti (no mapa, um "A" verde").

Enquanto isso, Tsotha-Lanti marchou para o norte, em direção ao Lugar de Poder "The Face in the Sand" (no mapa, "2"). No entanto, ele ignorou este LdP e, atravessando uma ponte perto do meu território, rumou para o LdP "Pillar of Skulls" (no mapa, "3"), que conquistou. Depois continuou marchando para o oeste e atravessou outra ponte, virando para o sul. Sua legião atualmente está no hexágono marcado por um "A" azul. Tudo indica que ele está marchando para o último LdP, "The Garden of Infernal Delights" (no mapa, "4").

Enquanto isso, eu segui meu plano de não marchar com a minha legião. Saulot é "Preguiçoso" e acha esse negócio de marchar muito cansativo - suas legiões só se movem 1 hexágono por turno. Mas eu não fiquei parado sem fazer nada. Enquanto os meus oponentes passeavam por aí, adquiri os recursos necessários para comprar um artefato, The Lemegeton Seal, visto abaixo, que me confere um bônus em Prophecy. Como comentei anteriormente, Prophecy é a habilidade ligada ao atributo Intellect que serve para me proteger de possíveis rituais de Deception, que roubam tributos.


Além disso, consegui contratar um pretor - Haagenti, visto abaixo - e aumentar os atributos de Saulot (mais especificamente, Intellect e Martial Prowess, o atributo que me permite criar cartas que conferem bônus de poder para as minhas legiões).


Infelizmente, Haagenti não será suficiente para derrotar a legião de Thundersteel. Além disso, o aumento dos atributos de Saulot não foi suficiente para aumentar o meu número de Order Slots. Ou seja, apesar de ter avançado um pouco, estou longe de conseguir estabelecer minha posição nesta guerra. O que preciso, ainda, é de pelo menos mais um ponto de Carisma, mais dois pontos de Intellect e mais três pontos de Martial Prowess. E isto, meus amigos, sairá caro. Muito caro.

Ao final da primeira dezena de turnos, eu continuava obtendo e gastando recursos. E então, Thundersteel adquiriu uma nova legião, The Lords of the Pit, capaz de voar três hexágonos por turno, por cima de quaisquer obstáculos do mapa. O engraçado é que Thundersteel fez exatamente o que eu queria fazer: ele utilizou uma legião voadora para tomar a única ponte que permite acesso a Pandemonium, a cidade capital do inferno (no mapa, "5").

Mesmo tendo acumulado mais recursos do que os outros jogadores, eu falhei ao definir minhas prioridades. No momento que precisei comprar tal legião voadora, ela já não estava mais lá!

Agora Thundersteel possui um pé em Pandemonium. Mas o que isto significa? Simples: se um jogador toma Pandemonium, e consegue manter-se nela por cinco turnos, ele vence o jogo. Por outro lado, todos os oponentes podem atacá-lo livremente. Obviamente, meu interesse era tomar aquela ponte para impedir que Thundersteel e Tsotha-Lanti vencessem o jogo pelo caminho bélico - pois Saulot King Maker só pode vencer o jogo se Tsotha-Lanti subir ao trono através de uma votação do conclave do inferno, que ocorre justamente em Pandemonium...

Qual é então o interesse de Thundersteel em Pandemonium? Será que ele deseja tomar Pandemonium de assalto? Será que ele bloqueou a ponte apenas para que Tsotha-Lanti não tivesse acesso à cidade do conclave? Ou será que um dos meus oponentes já sabe que eu sou um King Maker? Dúvidas, muitas dúvidas.

Sem ter mais nenhum LdP para disputar, e sem ter nenhum lugar para onde marchar com suas legiões, meus oponentes passaram a ter 2 Order Slots para dedicar a sacanear os outros jogadores. E então, no turno 10, aconteceu o que já era esperado: Thundersteel resolveu exigir recursos de Tsotha-Lanti. O Marquês ficou com duas opções: entregar os tais recursos ou negar o pedido, dando a oportunidade de Thundersteel declarar uma guerra de Vendetta.

O inesperado foi a reação de Tsotha-Lanti, pois mesmo tendo a primeira legião de Thundersteel no lado do seu território, ele se recusou a entregar os recursos, colocando-se na mira do poder militar superior de Thundersteel.

Uma decisão temerária... Será que Tsotha-Lanti possui uma carta na manga?

Descobriremos na próxima atualização, que contará sobre o intervalo do turno 11 ao turno 20.

quarta-feira, setembro 15, 2010

Diógenes - Solium Infernum (parte 1)

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Olá, meus amigos.

Comecei a jogar um jogo de computador muito interessante. Trata-se do jogo Solium Infernum, onde se assume o papel de um demônio que disputa o trono do inferno!

O jogo em si é semelhante a um jogo de estratégia de tabuleiro. A cada turno, podemos realizar um determinado número de tarefas, por exemplo, mover legiões ou enviar insultos aos oponentes.

Recentemente decidi jogar uma partida multiplayer com dois camaradas. Nesta modalidade, os turnos são enviados aos oponentes por e-mail, então o jogo deverá se estender por um ou dois meses.

Como o blog está meio parado, resolvi fazer um diário da minha partida. Sr. Coniff, conto com seu apoio para traçar boas estratégias para esta guerra.

Início

A primeira tarefa neste jogo é criar um avatar - o demônio com o qual tentarei tomar o trono do inferno. Este é o meu avatar, que chamei de Saulot.


Para criá-lo, tomei algumas decisões estratégicas. Primeiro, eu o fiz carismático, para que possa acumular tributos mais facilmente. Tributos são essenciais para realizar rituais demoníacos, pagar legiões, pretores, etc.

Segundo, e mais importante, é as seguintes palavras: "King maker". Trata-se de uma característica positiva extremamente custosa, que consome quase todos os pontos que posso utilizar para criar meu personagem. Com a característica King maker, eu escolho algum outro jogador e, se aquele jogador vencer o jogo, na verdade, EU venço o jogo. Mais sobre isto, mais adiante.

Terceiro, meu personagem é um Marquês do inferno. Acima dele estão Princípes e Duques, e abaixo, Barões e Lordes do inferno. Ou seja, uma posição social mediana. Esta posição social é importante para a diplomacia. Por exemplo, quando um príncipe é insultado por um marquês, o impacto é muito menor do que, digamos, quando um marquês insulta outro marquês.

Quarto, para fechar o custo do meu personagem, tive que pegar uma característica negativa, "Slothful", ou seja, preguiçoso. Tal característica faz com que minha legiões se desloquem apenas um hexágono por turno, ao invés do normal, que é dois hexágonos. Isto já quase determina que eu não vou passear muito com as minhas legiões, pois isto seria extremamente ineficiente.

Após criar meu personagem, enviei o arquivo por e-mail para o "host" do jogo, ou seja, para o camarada que está organizando a distribuição dos arquivos do jogo.

Fast forward. Próximo dia.

Turnos 1 e 2

No dia seguinte, recebo a resposta. Trata-se do primeiro turno, enviado pelo host. Para minha surpresa (mas não tanta), o turno vem acompanhado de um "flavor text", que reproduzo abaixo.

"Dementia, rainha do inferno, foi devorada por uma de suas muitas crias, Sangricius. Por seu ato contra a corte, Sangricius foi condenado ao banimento no abismo. Não que irá fazer a menor diferença para tal criatura pois a prole de Dementia, apesar de ter o sangue mais poderoso do inferno em suas veias, é incapaz de pensar ou raciocinar.

Dessa forma foi reconstituído O Conclave, um órgão formado por representantes das casas mais nobres que tem como atribuição comandar o inferno na ausência de um líder enquanto escolhe um novo governante. O caminho correto seria apontar uma das crias de Dementia, porém se tornou pacífico entre os membros do Conclave que tais seres tolos e bestiais não eram aptos para tal tarefa.

Um ar de apreensão dominou Pandemonium, capital do inferno, pois o Conclave não possuía um nome incontestado para governar. Apreensão para uns, oportunidade para outros..."

Interessante. Abro o arquivo do turno, dentro do jogo Solium Infernum, e vejo o mapa:


Notem que o mapa é contínuo; de forma que a borda direita está "colada" na borda esquerda, e a borda inferior "colada" na superior. Para facilitar a visualização, marquei com um quadrado (em cinza) o tabuleiro. Ao redor disto, notem que as coisas se repetem.

Pois bem. Para o nordeste de minhas terras (que marquei em vermelho) está uma ilha que separa as terras de Tsotha-Lanti (em azul) e Thundersteel (em verde), os outros dois demônios que participarão desta guerra. No sul se vê uma imensa planície, marcada apenas por alguns pântanos e por algumas montanhas intransponíveis.

Um dos objetivos deste jogo é tomar os chamados "Lugares de Poder" (Places of Power), que a cada turno conferem "Prestígio" aos jogadores que os possuem. De fato, o vencedor deste jogo é aquele que, ao final de cerca de 60 turnos, tiver a maior quantidade de pontos de Prestígio. Não só isso, Prestígio é a moeda utilizada para fazer ações diplomáticas, como exigir tributos dos oponentes, enviar insultos, etc.

Seria legal dominar alguns Lugares de Poder (LdP). No entanto, se vocês observarem o mapa, eu estou razoavelmente distante de todos os LdP, que são os hexágonos ocupados por monumentos como torres, árvores, etc. E eu estou ainda mais distante dos LdPs do que meus oponentes imaginam, pois devemos lembrar que minhas legiões só se deslocam a um hexágono por turno, porque Saulot é preguiçoso.

Aliás, quem são meus oponentes?

Tsotha-Lanti é um marquês do inferno, como eu. No entanto, ele parece ter tido um pouco de azar com sua legião inicial, que é mais fraca do que a minha. Conhecendo este jogador, ele terá colocado alguns pontos em "Cunning / Deceit", que é a característica que permite sacanear os demais jogadores - roubar tributos, subornar pretores, e por aí vai. No entanto, se ele é apenas um marquês, no que terá colocado todos os seus outros pontos...? Estou curioso. Sei que este cara é paciente e, por isso, perigoso. Tenho que tomar cuidado.

Thundersteel é um duque do inferno, superior a mim em status no inferno. Além disso, o status confere um bônus na criação da legião inicial. Pois a legião dele deve ter recebido um belo bônus, pois ela é mais poderosa do que a minha, e MUITO mais poderosa do que a legião de Tsotha-Lanti. Eu realmente não sei no que ele pode ter gastado seus pontos de personagem, mas vou chutar que é um demônio caristmático (para ganhar tributos) e marcial (para utilizar "cartas de combate", que são coringas que podem ser adicionados a uma legião antes do combate). Não sei se ele será um bom jogador, mas trata-se de um cara inteligente, que já começou com uma arma superior nas mãos... Cuidado, Saulot. Cuidado.

Pois bem. Diante destes dados, eu decido que não vou levar minhas tropas a lugar algum. Não seria construtivo perder tempo fazendo isso. Ao invés disto, decido acumular tributos, que poderei utilizar no futuro para comprar novas legiões e, quem sabe, aumentar as características do meu demônio.

Lembrem-se, eu estou jogando a longo prazo. Sou um King maker e, por isso, não preciso vencer. Só preciso me assegurar de que Tsotha-Lanti vença a guerra. Para tanto, preciso me tornar poderoso - poderoso o suficiente para influenciar os rumos da guerra. E então, EU subirei ao trono.

Minha preocupação, por enquanto, é que Tsotha-Lanti pode tentar roubar minhas cartas de tributos. Isto seria terrível, pois eu ficaria totalmente sem defesa. Preciso aumentar meu nível na habilidade "Prophecy", que ajuda na defesa contra ataques de "Deceit".

Uma segunda preocupação é que Thundersteel pode começar a me insultar e/ou fazer exigências, e eu poderia fazer muito pouco para me defender, já que ele possui uma legião mais poderosa. Além disso, logo no primeiro turno alguém comprou o artefato demoníaco "Infernal Engine", que confere +2 em ranged, melee e infernal, os três atributos que determinam o poder de uma legião. Se for Thundersteel quem comprou tal artefato, então o problema apenas aumentou...

No segundo turno, eu continuei acumulando tributos. Tsotha-Lanti começou a deslocar sua legião na direção de um Lugar de Poder na planície ao sudeste das minhas terras, e Thundersteel move sua legião para o sudoeste, também para a planície...

Enviei então o seguinte "flavor text", descrevendo meu demônio:

A poeira cinzenta levantada pelos ventos uivantes do inferno logo ficou para trás.


Kobal, demônio da zombaria, abriu o pesado portão de pedra e adentrou ruidosamente o grande salão de audiências da pirâmide de Saulot - uma câmara sombria demais, e grande demais também, considerando-se o tamanho da construção. Tudo ali lhe desagradava. Pois se a fortaleza fosse sua, o espaço seria melhor utilizado. Teria amplas salas de tortura e muitas alas para alojar soldados. Faria deste templo de vaidades e aparências uma verdadeira fortaleza.


Talvez esta fortaleza ainda fosse sua... Talvez. Algum dia.


Saulot, o amaldiçoado por Aquele acima, estava sentado no trono dourado que pertencera ao anjo da morte, Samael... Como sempre estava. E o quão entediado ele parecia estar, desfalecido, com o rosto apoiado em um punho.


"- Meu Senhor, Dementia não é mais rainha." - anunciou Kobal após limpar a garganta, atento para a reação de seu Senhor. Seus olhos percorriam o rosto e o corpo esverdeado de Saulot, como se o estivesse medindo, avaliando.


"- Ah...?" - respondeu o Marquês do inferno, com uma expressão que era um misto de tédio e escárnio.


"- Ela foi devorada por Sangricius. Como esperado, ouso dizer. Ela foi uma tola. Se deixou ser consumida durante uma relação incestuosa. Muito sangrento, muito sujo... Muito feio, sim, sim." - comentou Kobal, sorrindo com seus dentes tortos e mal-formados, seu olhar pairando no nada, apenas balançando a cabeça afirmativamente para si mesmo, divertindo-se com seus pensamentos... Nervoso.


Saulot ergueu o rosto, até então apoiado sobre o punho, e por um instante se poderia jurar que estava a um passo de se jogar como uma fera sobre Kobal, para arrancar o sorriso de seu rosto e matá-lo. No entanto, ele se deixou deslizar languidamente pelo trono dourado, suspirando, como se o ato de se mover fosse extremamente desconfortável. Seus olhos fitaram os de Kobal, fulminantes.


"- Ora, não seja insolente. A vaca-mãe podia ser obscena e, dizem, louca, mas EU sei a verdade. Ela podia ser qualquer coisa, menos tola." - Saulot fechou os olhos, como que lembrando de algo, e então voltou a abri-los, sua voz crescendo, assim como sua raiva. "- Obviamente, alguém descobriu que ela era para mim um afrodisíaco... Que ela vinha aqui para voluptuosamente descansar sua cabeça no meu colo, para me falar por horas e horas as palavras incompreensíveis que outros, verdadeiros tolos, diriam ser as semente da loucura. Alguém decidiu agir de forma grosseira! Para quebrar meu brinquedinho!"


Aquelas palavras ecoaram pelo salão, e um longo silêncio persistiu. Mas Kobal novamente quebrou o silêncio.


"- Meu Senhor, eu compreendo que você está muito chocado e enternecido por es..." - dizia Kobal até ser interrompido.


"- Cuidado, 'verme' da zombaria... Cuidado." - rosnou Saulot.


"- Me perdoe, Meu Senhor. Não foi minha intenção, absolutamente, ser desrespeitoso com Vossa Obscurecência. Eu queria apenas lembrá-lo que esta situação, apesar de muito trágica, oferece uma grande oportunidade. E por que não marchar para Pandemonium com vossas insuperáveis legiões e tomar o Conclave de assalto?" - sugeriu, sorridente, o demônio da zombaria.


Subitamente, Saulot arremessou um cálice na direção de Kobol, que cobriu o rosto com as mãos e gemeu como uma menininha.


"- Seu idiota! Não é assim que as coisas funcionam. Você acha que Thundersteel e Tsotha-Lanti ficariam parados? Teríamos então exércitos diante dos nossos portões, apunhalando-se noite a dentro nesta noite perpétua que paira sobre inferno. Não, seu idiota! O decoro deve ser observado. A ordem deve ser mantida!

Eu aprendi sobre a corte celestial e a corte infernal, sobre a luta que traz equilíbrio ao mundo. Eu aprendi sobre a Grande Roda dos Tempos, com a qual seguimos de eras iluminadas, no topo da Roda, para eras mais brutais e sombrias, na parte inferior da Roda. E lá, no final do grande ciclo, caíremos na total escuridão, no horror que durará um milênio.

Naquele ponto, o mundo poderá parar, se a Roda for tirada de seu caminho... A escuridão poderá reinar até o fim dos tempos. Ou então, se as forças do bem puderem mitigar o poder infernal, ou encontrarem uma maneira de superá-lo, a grande Roda voltará a girar, subindo novamente para eras mais iluminadas, até atingir o intolerável 'paraíso', no topo.

Os tolos que se orgulham de seu estado 'iluminado' tentam fazer a Roda girar; no entanto, eles não fazem qualquer plano para além desta era. Eu não cometi tal erro. Por isto, por APENAS isto fui enviado ao inferno. Mas se estou condenado, que seja grande a minha depravação. Eu tomarei tudo para mim mesmo. Eu irei levar a Grande Roda na direção do colapso e cairei sobre o mundo com um punho de ferro e chicotes de fogo. Eu serei discreto em meus planos e circunspecto nas minhas negociações.

No entanto, uma dose de inteligência, qualidade que lhe falta, se faz necessária. Agora deixe-me sozinho, antes que sua estupidez contamine meus planos." - rosnou Saulot.


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É isso. Farei um novo texto para este diário quando chegarmos ao Turno 11, contando sobre o intervalo entre o Turno 2 e o Turno 11. Até lá!